quinta-feira, 17 de Maio de 2007

Pop scale

Seguindo os bons exemplos, a boa luz, traço o círculo de celebridades que conheço que é estreito, muito estreito. Por ordem decrescente de relevância, à la Google (uma explicação do processo vem logo a seguir):

Pedro Mexia
Conheci-o na apresentação de um livro: tive de esperar pelo fim para perceber que afinal não tinha sido escrito por ele. Fiz-lhe na altura duas perguntas, o que, como se sabe, é o mesmo que uma entrevista, o que, como se sabe, é o mesmo que um conhecimento.
Paul Auster
Em Lisboa, o mais normal é que se tropece em Paul Auster como se tropeça em obras na rua. Tratei-o por Mr. Quinn e pedi-lhe um autógrafo, que assinou divertido. Fiz as perguntas do costume, se conhecia Portugal e a cultura portuguesa, e ele mencionou-me Pedro Mexia por mais do que uma vez.
Andy Warhol
Apesar de não termos trocado uma palavra - eu era então muito-muito novo e um adolescente particularmente tímido - arruinou-me um casaco que, depois de lavado, nunca mais vesti mas ainda hoje guardo. Enquanto estive perto dele, e apesar da voz que a bebida (for sure) e talvez outras substâncias faziam arrastar, posso jurar que nunca falou de Pedro Mexia ou Paul Auster.
A partir das referências identificadas (que substituem os hyperlinks) e aplicando a fórmula de aferição do PageRank

facilmente se depreende que, das três celebridades que conheço, a mais relevante é Pedro Mexia.